O Hipogeu 36 da Quinta do Castelo 5 (Salvada, Beja) ou uma revisão da partição por Schubart do Bronze do Sudoeste

António Manuel Monge Soares, Pedro Valério, Ever Calvo, Marina Lourenço, Patrícia Simão, Rui Monge Soares

Resumen


Procedeu-se ao estudo de um hipogeu funerário da Quinta do Castelo (Salvada, Beja), no qual tinha sido depositado um corpo em decúbito lateral, acompanhado de dádivas funerárias que consistiam num punção e num copo/taça tipo Odivelas. Após se proceder à análise antropológica dos restos ósseos do esqueleto inumado, foi o mesmo datado pelo radiocarbono, o que permitiu atribuir-lhe uma cronologia dos finais do primeiro quartel ou dos inícios do segundo quartel do II Milénio a.C. Tendo em atenção a datação obtida, bem como as características das dádivas funerárias registadas no hipogeu, conjuntamente com outra evidência arqueológica, designadamente no referente à variada tipologia das estruturas funerárias características do Bronze do Sudoeste e respectiva cronologia, procedeu-se a uma revisão crítica da partição efectuada por Schubart (Bronze 1 e Bronze 2), a qual tem sido seguida, na generalidade, até hoje.


Palabras clave


Bronze do Sudoeste; hipogeu funerário; taça tipo Odivelas; "alène"; datação por radiocarbono



DOI: http://dx.doi.org/10.33776/onoba.v7i0.3438 ';



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e-ISSN: 2340-4027.  -   ISSN: 2340-3047

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